E-commerce da Magazine Luiza dispara, mas não cobre prejuízo de lojas fechadas

Apesar do E-commerce da Magazine Luiza ter crescido 72,6% no primeiro trimestre de 2020, no comparativo com o ano anterior, isso não foi suficiente para cobrir o déficit das lojas físicas que fecharam por conta da pandemia do novo Coronavírus. As vendas online chegaram a 53,3% das vendas totais da empresa.

“O crescimento das vendas e o resultado positivo do e-commerce contribuíram novamente para o Ebitda. Entretanto, a perda de vendas decorrente do fechamento temporário das lojas físicas e o aumento das despesas em relação à receita líquida influenciaram a margem Ebitda ajustada, que passou de 8,9% no ano passado para 5,2%”, afirmou a varejista que apresentou um prejuízo líquido ajustado de R$ 8 milhões no balanço trimestral.

“O ganho de marketshare novamente foi impulsionado pela excelente performance do app, que já alcançou a marca de 21 milhões de usuários ativos mensais (incluindo, além do Superapp do Magalu, os aplicativos Netshoes, Zattini e Época Cosméticos), aumento do número de sellers e do sortimento do marketplace, além da entrega mais rápida e a melhor experiência do varejo”, avaliou a empresa.

A Magazine também citou como motivos do avanço no e-commerce, a consolidação da Netshoes e os investimentos adicionais em melhoria no nível de serviço. Para preservar o caixa, a empresa cancelou a distribuição de dividendos adicionais no valor de R$ 290 milhões. Considerando as receitas não recorrentes, o lucro líquido da Magalu foi de R$ 30,8 milhões.

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