Com reforços em campo, Bahia fecha preparação para enfrentar o Fortaleza

Bahia volta à campo neste sábado para enfrentar o Leão pela Copa do Nordeste

A reformulação de elenco tocada pelo Bahia tem dedicado atenção especial ao setor de meio-campo. Entre meia e volantes, quatro dos oito jogadores acertados com o clube são para funções do meio. Conta que pode ficar ainda maior nos próximos dias, caso a negociação com o volante Lucas Araújo, de 21 anos, que pertence ao Grêmio, seja concretizada.

Entre as características, o Bahia tem buscado um perfil semelhante: jogadores que ajudam na marcação, mas também conseguem construir jogadas ofensivas e chegam com qualidade no ataque. O chamado “volante moderno”.

Enquanto Jonas faz mais a linha do volante pegador, entre os recém-chegados, Pablo, Matheus Galdezani e Thaciano se encaixam no perfil que costuma se lançar um pouco mais ao ataque. Do trio, apenas o primeiro já estreou com a camisa tricolor. 

Pablo foi titular nos dois últimos jogos da equipe de transição no Campeonato Baiano e ficou no banco na goleada de 5×0 sobre o Altos, pela Copa do Nordeste.

Campeão da Série C com o Vila Nova, no ano passado, ele deixou boa impressão no empate no clássico contra o Vitória (0x0). Meia durante a formação na base, Pablo foi recuado como profissional e diz que gostou da mudança.

“Minha característica é jogar como segundo volante. Durante a minha base toda, eu joguei como meia ofensivo. Chegando no profissional, consegui me adaptar nessa nova posição, como segundo volante. Mas jogo como primeiro, como segundo e de meio-campo também”, explicou ao ser apresentado no Bahia. Tem 21 anos.

Prontos para estrear
Mais experiente do que Pablo, Matheus Galdezani, 29 anos, também ganhou destaque na carreira por ter qualidade na chegada ao ataque. Em 2016, ele marcou sete gols pelo CRB e chamou a atenção do Coritiba, para onde se transferiu no ano seguinte.

No Bahia, Galdezani pretende manter a característica, mas ressalta que a decisão pela estratégia ficará a cargo do técnico Dado Cavalcanti. “É uma forma de trabalho, de técnico para técnico. Um pede para a gente fazer uma função, outro pede para fazer outra. Como sou muito doador, gosto de ajudar bastante a equipe dentro de campo, acho que foi isso que aconteceu. Nessa mudança de treinadores, de trabalho, foi por causa disso. Mas espero fazer grandes gols aqui no Bahia”.

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